sábado, 26 de fevereiro de 2011

NAO? Não!


Hoje escrevi o meu primeiro texto para um jornal ao abrigo do famoso novo acordo ortográfico. É realmente muito mau, acreditem e duvido que vá escrever assim algum dia. Enfim, mais uma "paneleirice" quando existem coisas mais importante para pensar. Ironia da coisa, aposto que nem 90% das pessoas conhecem de que países são estas bandeiras. (Países que aderiram ao NAO)

Destaque específico para esta minha frase: " ... com destaque para o considerável número de espetadores presentes."

Como diria o Prof Canelas, agora espeta-se muito :D

"Este artigo está escrito de acordo com o novo acordo ortográfico"

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Não me largues. Nunca.



Estou feliz. Como já não estava á muito. Depois de vários problemas terem-me obstruído o caminho que prosseguia na minha vida, consegui contornar alguns destes. Aqui em casa, apesar de não estar tudo bem, já se respira melhor e apesar de tudo sinto que estamos todos mais unidos e felizes! No futebol, depois de jogos menos conseguidos e ter-mos posto em risco muitas coisas, vencemos hoje o derradeiro jogo da 1ª fase e qualificamo-nos para a 2ª fase onde disputaremos a subida de divisão. A somar a isto voltei hoje a jogar num jogo oficial quase 2 meses depois, apesar de ter sido devido á lesão do outro guarda-redes, estou feliz porque estive bem e posso voltar a recuperar o lugar que sempre foi meu até vir para a Universidade. Também posso referir a Universidade que apesar de nunca ter corrido mal, a cada dia que passa gosto mais de estar lá *-*. Para concluir quero falar do principal motivo da minha felicidade. Quero antes de mais agradecer-lhe por me ter devolvido um sorriso de felicidade, agradecer por me ter feito sentir coisas que já senti no passado. Tal como disseste, ainda não conhecemos detalhes da vida um do outro, mas como o tempo isso acontecerá, espero eu, tal como acontecerá o facto de não nos separarmos, mesmo com a tua saída de ao pé de mim, pelo menos pela minha parte. Não gosto dos teus receios, apesar de também ter os meus e os compreender mas quero que acredites o máximo possível em mim, sinceramente : ) Tu para mim és diferente, acredita que és, e o “ gosto de te ter por perto… e quero que fiques comigo para sempre.”podia ter sido dito por mim claramente.

Já que estou numa de fazer citações, e tendo colocado a tua imagem por ter adorado a maneira como ela estava contextualizada, acabo em união contigo com:

"Quero aproximar-me mais de ti."

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A minha carta de S. Valentim.

Não me quero alongar muito bebé. Sabes bem que aquilo que sinto por ti e que sentes por mim é indescritível. Digo-te até que sou da opinião que esta distância que hoje nos separa ajudou e muito a fortalecer aquilo que já era intransponível, a nossa amizade. Agora cada abraço, sorriso e confissão tem ainda mais valor quando estou contigo. Neste dia, onde há um ano estavas a receber uma carta minha, apenas quero te dizer mais uma vez o quanto gosto de ti e dizer que nunca te irei deixar, nunca! Obrigado pelo esforço que tens feito!

Como tu escreveste: “ I missing you and I love you best friend <3

A nossa música: Maggie, Maggie uhhh (Beggin dos Madcon)


Eu sei bem
Sei bem, sei que tu
Tu és o melhor da vida
Mas sei bem, sei que tudo
pode terminar um dia

de manhã ao acordar
Vejo-te e sei bem onde quero estar
E tudo mais, que possa vir
fica para trás só para te ver dormir

Passo o dia a pensar em ti
A tua ausência dá cabo de mim
Espero a noite para correr para ti
Mas o dia teima em não chegar ao fim

Passo o dia sempre a correr
mas tenho sempre tempo para te ver
vou esperar que chegue ao fim
para te dizer tudo o que és para mim

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Elitismo do Etilismo

Para que se saiba, somos mesmo um curso elitista e porquê? Porque somos etilistas!

etilista (e-ti-lis-ta) s. m. e s. f. Alcoólico, ébrio.

etilismo (e-ti-lis-mo)s. m. Intoxicação cronica pelo álcool etílico, cuja ingestão em doses fracas mas repetidas determina, sem provocar embriaguez, lesões graves. (Sin.: alcoolismo.)

E sabem que mais? Viva aos Etilistas!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Summer Of 69

Apesar de já a conhecer nunca tinha tomado o valor dela. É linda: e também quero pôr música no meu blog :D





P.S.: Concerto na linda cidade de Lisboa *-*. Joana Santos *-*

sábado, 29 de janeiro de 2011

Reflexão Extra Curricular - Vida Académica

Antes de mais, um especial agradecimento ao Fábio Lima que parte do texto é dele.


Falar da vida de um ponto de vista metafísico é ser-se subjectivo: o conceito biológico de vida é absoluto, mas o conceito psicossocial não é de todo definível. Partindo deste pressuposto, falamo-vos do que é a subjectividade dessa «vida» num plano indefinível mas do nosso referencial, e mais particularmente de um pequeno sistema caracterizado nesse ponto de vista: a VIDA académica.

Pergunta: escreveste vida com maiúsculas, enganaste-te. Resposta: foi propositado, e perceberão porquê mais à frente.

Posso começar pela perspectiva de vida académica pré-matrícula. Um conjunto de conhecimentos pré-concebidos que estão enraizados na gíria popular: Universidade é borga e estudo, mais borga que estudo. Mito, convenhamos: é igualmente repartido, essa ideia vem do facto de ter muito mais de ambos do que o secundário e quem está de fora vê a parte da festa.
Na Universidade de Coimbra têm-se momentos únicos, e conhece-se Coimbra como nunca antes se conhecia, mesmo sendo de lá. A mais pura verdade, Coimbra é dos estudantes, sem dúvida, e só eles conhecem Coimbra e principalmente aproveitam e amam Coimbra.
Na Universidade, conhecem-se pessoas boas, pessoas más, pessoas fantásticas e pessoas estranhas.

Mudando agora para o que realmente este texto pretende falar, a nossa reflexão sobre este 1º semestre nas vivências essencialmente sociais após a matrícula. É claro que isto daria “pano para mangas” mas apenas queremos mostrar-vos o essencial daquilo que aprendemos, vivemos e presenciamos.

Estas vivências repartem-se por imensos campos. São as novas pessoas. São os novos hábitos de vida. São as novas rotinas. É todo um Mundo novo. Nas primeiras semanas, inevitavelmente temos de falar da temida Praxe. UH! A praxe é sem dúvidas a maior impulsionadora destas novas vivências. Já diz a gíria “Nos momentos difíceis é que se vêm os amigos.” e de facto é verdade, é durante as praxes que começamos a conhecer os nossos colegas, a conhecer os nossos doutores e a criar as raízes daquelas que podem ser amizades para uma vida. Além da praxe, estas primeiras semanas assemelham-se muito com o 5º ano, conhecemos pela primeira vez as novas realidades, a instituição, os professores, a cidade. E em relação á cidade, como foi referido anteriormente, quer queiramos quer não, olhamos para ela de uma maneira diferente, parece que ali é a nossa casa, sentimo-nos bem, apaixonamo-nos por ela. Depois deste primeiro impacto começa então a famosa “boémia académica”. Para quem não vive esta boémia pode pensar que é uma borga como outra qualquer mas não, existe uma magia especial em cada saída, todas as noites trazem histórias para mais tarde recordar com um sorriso na cara. É incrível, parecem momentos banais mas inevitavelmente não os conseguimos esquecer!Tudo, mesmo tudo, ganha outra importância e é visto com um outro olha: desde os jantares, noitadas, saídas a bares e discotecas a um simples café, tudo tem um encanto diferente e quando voltamos a casa ao fim de semana trazemos na memória a frase “Coimbra tem mais encanto na hora da despedida , porque realmente tem, e uma frase que parecia entoada por bêbedos à meia-noite de um dia qualquer ganha tanto significado quanto o sentimento de querer rapidamente voltar para esta vida e nunca a deixar.

Agora juramo-vos, não pensem que a Universidade é a Universidade apenas por causa disto. Não! A Universidade é mais do que todas estas alegrias inesquecíveis. É também saudade de casa, dos pais, é estarmos sozinhos num novo mundo. É um conjunto de pessoas muito parecidas a nós, e que ao contrário das secundárias, “Andam todas para o mesmo”. Não querendo ferir susceptibilidades, quem não vive tudo isto, não vive a Vida Académica no verdadeiro sentido da sua existência.

A Universidade e toda a sua envolvência é, como uma vez me disseram, «um mundo dentro de um mundo», que se vaia brindo para nós à medida que os vamos descobrindo; esse mundo, cheio de aventuras e peripécias, é também uma porta aberta para o conhecimento de nós próprios, para a revisão da nossa personalidade em fase terminal de construção nas mais diversas situações do dia a dia, e que nos definem e, portanto, nos marcam.

Ninguém esquece os anos na Universidade, embora possa esquecer se em parte da vida do secundário, porque não só a envolvente é diferente como a nossa visão o é. Aproveitar estes anos não é uma opção, é uma obrigação; no fim de contas, para que estamos nós a lutar por um futuro se não for para lutarmos pela nossa vida, e em fim último, sermos felizes? Agora pensemos todos: a alegria de viver presente em cada momento não é também um meio para a felicidade? Pensem nisso da próxima vez que pegarem num copo no tapas ;D

Já todos os professores do secundário me diziam:

“Aproveita que vai ser a melhor fase da tua vida!”, a continuar assim, não tenho dúvidas que será!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Reflexão Curricular - 30 Créditos

E pode-se dizer que acabei o primeiro semestre e com bastante sucesso (só o facto de as fazer todas, já seria acima largamente da média) por sinal. Foram 6 cadeiras das quais umas com mais trabalho, outras com menos, lá ficaram todas com o Status de aprovado. Juro que comecei o semestre com algum medo pois desconhecia totalmente o que me esperava, era um mundo novo, com professores novos, método de ensino diferente, e provas diferentes.

Por ordem alfabética:

Biologia Celular e Molecular – 16
– Foi aquela que estudei mais, a que mais me criou calafrios na época de exames. Acabei com bom nota sim, mas juro que quando o exame estava á espera de passar á rasquinha ou mesmo de chumbar. Adorei as aulas práticas e foi nestas que aprendi a maior parte dos novos conhecimentos laboratoriais.

Elementos de Física – 16 – Sendo a matéria praticamente igual á minha Física do 12º ano, foi nesta que estive mais descansado e onde esperava obter a melhor nota. Esse facto não se veio a revelar pois o exame calhou no dia anterior ao da Biologia e foi opção minha estudar para esta deixando Física de parte, que tinha a certeza que fazia mesmo sem estudar. Veremos no recurso.

Química Geral I – 17
– A outra cadeira que esperava ter uma grande nota e isso concretizou-se. Uma cadeira muito ao meu género, com questões essencialmente de interpretação. Foi talvez a cadeira que mais prazer me deu estudar.

Matemática I – 17
– Quando digo que Biologia foi a que mais trabalho me deu na fase de exames, esta foi aquela que mais me preocupou na fase de frequências (talvez por ter sido a única a avaliar desta maneira :P). Foi a única cadeira onde trabalhamos essencialmente com matéria nova, que nunca tínhamos falado. Preparei-me bem para a 1ª frequência tendo 15. Na 2ª mais á vontade, com menos pressão, trabalhei para tentar manter a nota, mas consegui ter 19 ficando com nota final de 17. Tive que defender a nota, e mais uma vez consegui o que queria, que era mantê-la.

Perspectivas em Química Medicinal – 16 – Foi a cadeira que mais trabalho nos deu a todos fora das avaliações escritas, não só porque tivemos 5 testes bastante originais diga-se, mas também porque tivemos além destes uma apresentação oral e a elaboração de um resumo de um artigo científico em Inglês. As notas no final foram acima do esperado porque o professor contou apenas os 3 melhores testes e deu maior cotação a apresentação e ao artigo. Tive num destes testes a 1ª negativa do meu percurso escolar, mas como disse não foi contada :D

Técnicas Laboratoriais de Química – 16
– Por fim a cadeira que mais prazer me deu em assistir às aulas (a par das práticas de BCM) por isso mesmo, serem prácticas. Eram 5 horas por semana seguidas, á terça a tarde, e que acabavam sempre por ser mais que isso, devido aos relatórios semanais. Estas aulinhas eram em grupo no qual eu formava o meu com a Cristina. Obtemos excelentes resultados a nível de relatórios e apresentação tendo esta nota final ficado aquém do nosso valor, talvez devido á nota da frequência. Fomos sem dúvida o melhor grupo da turma.

Média Final: 16,4 Valores

Isto foi uma reflexão deste primeiro semestre a nível meramente curricular. Outro dia farei a nível académico na sua vertente mais social.

A todos os que ainda têm provas de recurso pela frente, Boa Sorte!

2º Semestre:

Anatomia e Histologia
Complementos de Física
Elementos de Quimioinformática
Matemática II
Química Geral II